terça-feira, dezembro 31, 2013
sábado, dezembro 28, 2013
SATANOLOGIA
I) Introdução
Existe uma vasta quantidade de material escriturístico que demonstra a existência de Satanás como pessoa e não como um símbolo do mal ou uma figura de linguagem. Ele é um ser angélico com uma larga e poderosa influência. Ele é inimigo do homem e, particularmente dos crentes; alguém que nós devemos conhecer, respeitar e resistir na fé e no poder de Jesus Cristo.
II) Existência de Satanás
a) Evidências do Antigo Testamento
O Velho Testamento assume a existência de satanás da mesma maneira que assume a existência de Deus. Não há provas formais apresentadas para a existência de um ou de outro.
Todo o enredo do livro de Gênesis depende da realidade de Satanás trabalhando através da serpente para provocar a queda do homem. Os fatos básicos da criação e da queda lançam as bases para a batalha entre o bem e o mal através da Bíblia e da História e também para o plano redentivo de Deus centrado no Deus-Homem que venceria a Satanás.
Toda a história da tragédia e triunfo de Jó é baseada, nos dois primeiros capítulos, sobre os desafios pessoais e a batalha entre Deus e Satanás.
Um julgamento terrível que se abateu sobre Israel, no reinado de Davi, no qual l7.000 cairam, é derivado da ação de Satanás movendo Davi a fazer o censo de Israel. (1 Cron. 21).
Os conceitos de demônios por trás da idolatria e um adversário como Satanás, são encontrados nos Salmos 106:36-37 e 109:6.
É difícil explicar os poderes super humanos que são dados ao rei da Babilônia em Isaias 14:12-17 e ao rei de Tiro em Ezequiel 28:1-19, sem o reconhecimento de um Satanás pessoal por trás dessas descrições.
Zacarias 3 não pode ser compreendido sem reconhecermos a realidade de Satanás acusando e se opondo a Israel. Aqui, Satanás é representado como a se opor ao Anjo de Jeová, o pré-encarnado Filho de Deus.
Podemos concluir que sem a existência de Satanás, alguns relatos do Velho Testamento perderiam o seu sentido.
b) Evidências do Novo Testamento
A existência de Satanás é reconhecida por cada escritor do Novo Testamento, embora não necessáriamente em cada livro. De fato, dezenove dos vinte e sete livros do Novo Testamento mencionam Satanás por algum dos seus nomes. Dos oito que não o mencionam específicamente, quatro implicam a sua existência por citar a existência dos demônios, que são associados a Ele.
c) Evidências provindas do Nosso Senhor Jesus Cristo
Nos Evangelhos existem 29 referências a Satanás. Em 25 dessas referências é Cristo quem fala de Satanás existindo atualmente como pessoa. O relato da tentação nos chegou através do próprio testemunho do Senhor Jesus aos seus discípulos.
III) Constituição de Satanás
1) Sua pessoa
Quais são as evidências que temos de que Satanás seja uma pessoa e não um produto de ficção? Consideraremos três linhas de evidência:
1)Características de personalidade: uma prova aceitável de personalidade consiste em alguém demonstrar que possui intelecto, emoção e vontade. Satanás, as possui. Seu intelecto é óbvio no seu esquema para enganar (2 Cor 11:3) e em sua comunicação através da fala para enganar outras pessoas (Lucas 4:1-12). Suas emoções são claramente reveladas no seu rebelde desejo de se opor a Deus (Is 14:12-17) e conquistar a Cristo (Lucas 4:1-12). Podemos ver a vontade de Satanás em operação, apelando para a vontade de Cristo em comandos (Lucas 4:3 e 9) e em sua infatigável e determinada rebelião contra Deus (Apoc. 20:7-9).
b)Pronomes pessoais: a Escritura usa pronomes pessoais para Ele (Ez 28:14, 16 2 Cor 11:14-15 Tiago 4:7)
c) Responsabilidade moral: nem os animais ou as forças da natureza são considerados moralmente responsáveis. Sómente pessoas tem essa responsabilidade diante de Deus. Satanás é responsabilizado dessa forma na Escritura (Mateus 25:41 João 16:11)
2) Sua natureza
a) Criatura: Satanás foi criado por Deus, não em sua presente forma corrompida, mas maravilhosamente constituido e santo (Ezequiel 28:15). Colossenses 1:16 o inclui entre as criaturas feitas por Jesus Cristo, pois ele é contado entre os poderes invisíveis que devem a sua existência a Jesus. Como criatura ele é infinitamente menor que Deus.
b) Ser espiritual: como os outros anjos, com os quais ele é constantemente associado, Satanás é um espírito finito e limitado. Isso significa que ele é incorpóreo e invisível (Col 1:16), embora ele possa manifestar a sua presença em forma visível, porém isso acontece temporáriamente.
c) Pertence a classe dos Querubins: (Ezequiel 28:14-16) Essa parece ser a mais alta classificação nos seres angélicos. Querubim nos lembra a presença de Deus, Sua glória, santidade e soberania.
d) A principal das criaturas criadas por Deus
Ver Ezequiel 28:12-13
Existe uma vasta quantidade de material escriturístico que demonstra a existência de Satanás como pessoa e não como um símbolo do mal ou uma figura de linguagem. Ele é um ser angélico com uma larga e poderosa influência. Ele é inimigo do homem e, particularmente dos crentes; alguém que nós devemos conhecer, respeitar e resistir na fé e no poder de Jesus Cristo.
II) Existência de Satanás
a) Evidências do Antigo Testamento
O Velho Testamento assume a existência de satanás da mesma maneira que assume a existência de Deus. Não há provas formais apresentadas para a existência de um ou de outro.
Todo o enredo do livro de Gênesis depende da realidade de Satanás trabalhando através da serpente para provocar a queda do homem. Os fatos básicos da criação e da queda lançam as bases para a batalha entre o bem e o mal através da Bíblia e da História e também para o plano redentivo de Deus centrado no Deus-Homem que venceria a Satanás.
Toda a história da tragédia e triunfo de Jó é baseada, nos dois primeiros capítulos, sobre os desafios pessoais e a batalha entre Deus e Satanás.
Um julgamento terrível que se abateu sobre Israel, no reinado de Davi, no qual l7.000 cairam, é derivado da ação de Satanás movendo Davi a fazer o censo de Israel. (1 Cron. 21).
Os conceitos de demônios por trás da idolatria e um adversário como Satanás, são encontrados nos Salmos 106:36-37 e 109:6.
É difícil explicar os poderes super humanos que são dados ao rei da Babilônia em Isaias 14:12-17 e ao rei de Tiro em Ezequiel 28:1-19, sem o reconhecimento de um Satanás pessoal por trás dessas descrições.
Zacarias 3 não pode ser compreendido sem reconhecermos a realidade de Satanás acusando e se opondo a Israel. Aqui, Satanás é representado como a se opor ao Anjo de Jeová, o pré-encarnado Filho de Deus.
Podemos concluir que sem a existência de Satanás, alguns relatos do Velho Testamento perderiam o seu sentido.
b) Evidências do Novo Testamento
A existência de Satanás é reconhecida por cada escritor do Novo Testamento, embora não necessáriamente em cada livro. De fato, dezenove dos vinte e sete livros do Novo Testamento mencionam Satanás por algum dos seus nomes. Dos oito que não o mencionam específicamente, quatro implicam a sua existência por citar a existência dos demônios, que são associados a Ele.
c) Evidências provindas do Nosso Senhor Jesus Cristo
Nos Evangelhos existem 29 referências a Satanás. Em 25 dessas referências é Cristo quem fala de Satanás existindo atualmente como pessoa. O relato da tentação nos chegou através do próprio testemunho do Senhor Jesus aos seus discípulos.
III) Constituição de Satanás
1) Sua pessoa
Quais são as evidências que temos de que Satanás seja uma pessoa e não um produto de ficção? Consideraremos três linhas de evidência:
1)Características de personalidade: uma prova aceitável de personalidade consiste em alguém demonstrar que possui intelecto, emoção e vontade. Satanás, as possui. Seu intelecto é óbvio no seu esquema para enganar (2 Cor 11:3) e em sua comunicação através da fala para enganar outras pessoas (Lucas 4:1-12). Suas emoções são claramente reveladas no seu rebelde desejo de se opor a Deus (Is 14:12-17) e conquistar a Cristo (Lucas 4:1-12). Podemos ver a vontade de Satanás em operação, apelando para a vontade de Cristo em comandos (Lucas 4:3 e 9) e em sua infatigável e determinada rebelião contra Deus (Apoc. 20:7-9).
b)Pronomes pessoais: a Escritura usa pronomes pessoais para Ele (Ez 28:14, 16 2 Cor 11:14-15 Tiago 4:7)
c) Responsabilidade moral: nem os animais ou as forças da natureza são considerados moralmente responsáveis. Sómente pessoas tem essa responsabilidade diante de Deus. Satanás é responsabilizado dessa forma na Escritura (Mateus 25:41 João 16:11)
2) Sua natureza
a) Criatura: Satanás foi criado por Deus, não em sua presente forma corrompida, mas maravilhosamente constituido e santo (Ezequiel 28:15). Colossenses 1:16 o inclui entre as criaturas feitas por Jesus Cristo, pois ele é contado entre os poderes invisíveis que devem a sua existência a Jesus. Como criatura ele é infinitamente menor que Deus.
b) Ser espiritual: como os outros anjos, com os quais ele é constantemente associado, Satanás é um espírito finito e limitado. Isso significa que ele é incorpóreo e invisível (Col 1:16), embora ele possa manifestar a sua presença em forma visível, porém isso acontece temporáriamente.
c) Pertence a classe dos Querubins: (Ezequiel 28:14-16) Essa parece ser a mais alta classificação nos seres angélicos. Querubim nos lembra a presença de Deus, Sua glória, santidade e soberania.
d) A principal das criaturas criadas por Deus
Ver Ezequiel 28:12-13
Quem é Jesus Cristo
Você já notou o número de definições e conceitos diferentes a respeito da pessoa de Jesus Cristo?
Muitas ideologias, filosofias e religiões criam definições das mais bizarras.
Se fôssemos listar todas as opiniões a respeito sobre Jesus, teríamos de escrever um livro.
No entanto, na Bíblia nós encontramos uma versão a respeito de Jesus completamente diferente das filosofias.
Eu sou o pão da vida que desceu do céu (João 6:35,41,48,51);Eu sou a luz do mundo (João 8:12);
Eu sou lá de cima (João 8:23);
EU SOU antes que Abraão existisse (João 8:58);
Eu sou a porta pela qual as ovelhas entram no descanso (João 10:7,9);
Eu sou o bom pastor das ovelhas (João 10:11,14);
Eu sou a ressurreição e a vida (João 11:25);
Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim (João 14:6);
Eu sou a videira verdadeira, meu Pai é o agricultor, e vocês são os ramos (João 15:1,5);
Eu sou o Alfa e o Ômega, (Apocalipse 1:8a; 21:6; 22:13);
Eu sou o princípio e o fim (Apocalipse 21:6; 22:13);
Eu sou aquele que é, que era e que á de vir (Apocalipse 1:8b);
Eu sou o Todo-Poderoso (Apocalipse 1:8c);
Eu sou o primeiro e o último (Apocalipse 1:17; 22:13);
Eu sou aquele que sonda mentes e corações (Apocalipse 2:23);
Eu sou a Raiz da Geração de Davi (Apocalipse 22:16);
Eu sou a brilhante Estrela da Manhã (Apocalipse 22:16)
Eu sou como quem serve (Lucas 22:27).
Eu vim causar divisão entre as pessoas da mesma família (Mateus 10:35-39);
Eu vim pregar o evangelho da salvação aos perdidos (Marcos 1:38);
Eu vim para servir e dar a vida em resgate por muitos (Lucas 10:28);
Eu vim lançar fogo sobre a terra (Lucas 12:49);
Eu vim em nome do meu Pai (João 5:43);
Eu vim de Deus (João 8:42);
Eu vim a este mundo para juízo (João 9:39a)
Eu vim para que os que não vêem vejam, e os que vêem se tornem cegos (João 9:39b);
Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância (João 10:10);
Eu vim como luz para o mundo (João 12:46).
Qualquer indivíduo que pensasse isso a respeito de si mesmo seria um maluco! Mas Jesus de Nazaré não era. Por incrível que pareça, Ele não foi preso por estar incitando o povo com uma suposta "mania de grandeza". Ele não foi assassinado por pregar a revolução armada e a queda do governo da época. Os motivos dos seus assassinos foram a inveja, porque não puderam refutar nenhuma das afirmações de Jesus. Mas na verdade Ele mesmo se entregou para ser sacrificado. E isto aconteceu porque Ele disse a verdade. Ele era quem dizia ser: o próprio Deus em carne e osso. Ele veio ao mundo para morrer, levando sobre si os nossos pecados. Sendo assim, Ele é quem a Bíblia afirma que é: o Santo e Justo (Atos 3:14),
o bendito e único Soberano, Rei dos reis, Senhor dos senhores (1 Timóteo 6:15).
É Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade e Príncipe da Paz (Isaías 9:6);
é o meu Pastor (Salmo 23);
o Rei da Glória (Salmo 24);
o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo (João 1:29).
Enfim, Jesus Cristo é Deus (João 1:1), e seria impossível escrever todos os nomes maravilhosos que nos ensinam quem é o nosso Senhor Jesus, o Cristo, o Filho de Deus.
Diante disto tudo, só nos restam duas alternativas. A primeira é rejeitar todas estas evidências. Você pode até fazer isso, dizer que nada disso é verdade, e que você prefere o seu sistema, o seu estilo de vida, ou qualquer outra coisa. Neste caso, você está assumindo um risco incalculável. É a sua vida eterna que está em jogo! Sim, porque se você estiver certo, você não perde nada aceitando Jesus como seu Salvador. Mas se você estiver errado, e rejeitar a mensagem de Cristo, você perde tudo - a sua vida, a felicidade eterna e a realização na vida presente. Você perde o céu, a glória de Deus, a comunhão eterna com Deus e com toda a Sua criação, e a reconciliação com a vida.
Portanto, a outra alternativa é infinitamente melhor. Aceite Jesus Cristo como seu Salvador e como Senhor da sua vida. A partir daí, passe a viver em conformidade com a vontade de Jesus, que como Deus, quer apenas o melhor para Seus filhos.
Muitas ideologias, filosofias e religiões criam definições das mais bizarras.
Se fôssemos listar todas as opiniões a respeito sobre Jesus, teríamos de escrever um livro.
No entanto, na Bíblia nós encontramos uma versão a respeito de Jesus completamente diferente das filosofias.
Afinal, Quem é Jesus?
Comecemos com as declarações de Jesus a respeito dele próprio. Ele disse que era o Cristo (Messias, Prometido), e o Filho de Deus (Marcos 14:61,62; Lucas 22:70). Eis aqui uma lista dos apelidos que Jesus atribuiu a si mesmo. Ele disse:Eu sou o pão da vida que desceu do céu (João 6:35,41,48,51);Eu sou a luz do mundo (João 8:12);
Eu sou lá de cima (João 8:23);
EU SOU antes que Abraão existisse (João 8:58);
Eu sou a porta pela qual as ovelhas entram no descanso (João 10:7,9);
Eu sou o bom pastor das ovelhas (João 10:11,14);
Eu sou a ressurreição e a vida (João 11:25);
Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim (João 14:6);
Eu sou a videira verdadeira, meu Pai é o agricultor, e vocês são os ramos (João 15:1,5);
Eu sou o Alfa e o Ômega, (Apocalipse 1:8a; 21:6; 22:13);
Eu sou o princípio e o fim (Apocalipse 21:6; 22:13);
Eu sou aquele que é, que era e que á de vir (Apocalipse 1:8b);
Eu sou o Todo-Poderoso (Apocalipse 1:8c);
Eu sou o primeiro e o último (Apocalipse 1:17; 22:13);
Eu sou aquele que sonda mentes e corações (Apocalipse 2:23);
Eu sou a Raiz da Geração de Davi (Apocalipse 22:16);
Eu sou a brilhante Estrela da Manhã (Apocalipse 22:16)
Eu sou como quem serve (Lucas 22:27).
O que ele veio fazer ao Mundo?
Eu vim trazer espada à terra, e não paz (Mateus 10:34);Eu vim causar divisão entre as pessoas da mesma família (Mateus 10:35-39);
Eu vim pregar o evangelho da salvação aos perdidos (Marcos 1:38);
Eu vim para servir e dar a vida em resgate por muitos (Lucas 10:28);
Eu vim lançar fogo sobre a terra (Lucas 12:49);
Eu vim em nome do meu Pai (João 5:43);
Eu vim de Deus (João 8:42);
Eu vim a este mundo para juízo (João 9:39a)
Eu vim para que os que não vêem vejam, e os que vêem se tornem cegos (João 9:39b);
Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância (João 10:10);
Eu vim como luz para o mundo (João 12:46).
Qualquer indivíduo que pensasse isso a respeito de si mesmo seria um maluco! Mas Jesus de Nazaré não era. Por incrível que pareça, Ele não foi preso por estar incitando o povo com uma suposta "mania de grandeza". Ele não foi assassinado por pregar a revolução armada e a queda do governo da época. Os motivos dos seus assassinos foram a inveja, porque não puderam refutar nenhuma das afirmações de Jesus. Mas na verdade Ele mesmo se entregou para ser sacrificado. E isto aconteceu porque Ele disse a verdade. Ele era quem dizia ser: o próprio Deus em carne e osso. Ele veio ao mundo para morrer, levando sobre si os nossos pecados. Sendo assim, Ele é quem a Bíblia afirma que é: o Santo e Justo (Atos 3:14),
o bendito e único Soberano, Rei dos reis, Senhor dos senhores (1 Timóteo 6:15).
É Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade e Príncipe da Paz (Isaías 9:6);
é o meu Pastor (Salmo 23);
o Rei da Glória (Salmo 24);
o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo (João 1:29).
Enfim, Jesus Cristo é Deus (João 1:1), e seria impossível escrever todos os nomes maravilhosos que nos ensinam quem é o nosso Senhor Jesus, o Cristo, o Filho de Deus.
Diante disto tudo, só nos restam duas alternativas. A primeira é rejeitar todas estas evidências. Você pode até fazer isso, dizer que nada disso é verdade, e que você prefere o seu sistema, o seu estilo de vida, ou qualquer outra coisa. Neste caso, você está assumindo um risco incalculável. É a sua vida eterna que está em jogo! Sim, porque se você estiver certo, você não perde nada aceitando Jesus como seu Salvador. Mas se você estiver errado, e rejeitar a mensagem de Cristo, você perde tudo - a sua vida, a felicidade eterna e a realização na vida presente. Você perde o céu, a glória de Deus, a comunhão eterna com Deus e com toda a Sua criação, e a reconciliação com a vida.
Portanto, a outra alternativa é infinitamente melhor. Aceite Jesus Cristo como seu Salvador e como Senhor da sua vida. A partir daí, passe a viver em conformidade com a vontade de Jesus, que como Deus, quer apenas o melhor para Seus filhos.
Como estudar a Bíblia
I. Tenha Tempo Todos Os Dias Para Estudar - Salmos 1:2,3
A pessoa resoluta para fazer um voto de estudar a Bíblia logo verá que cumprirá esse voto. O estudo diário será fato singular e fará diferença em sua vida. Pouco a pouco o estudo vai se transformando em qualidades que você mesmo não perceberá até ter feito o estudo por muito tempo. A quantidade de tempo a ser gasta é você quem deve decidir. Uma hora diária seria melhor, mas muito pode ser feito em quinze minutos. Tenha uma visão longa sobre este estudo. Talvez cada sessão de estudo não abra maravilhas para você, mas com o correr do tempo você verá que tem sido uma boa influência.
II. Estude Mesmo a Bíblia - João 5:39
Não fique satisfeito com um simples correr de olhos pelas páginas da Bíblia. Examine-a! Leia e releia as passagens para que se aproveite a Verdade que se esconde nas páginas. Examine-a! Faça perguntas e procure as respostas: O que isto significa? O que isto significa para mim? Só tem isso? Procure entendimento pelas palavras diferentes que notar. Pese cada uma. Verifique outros versículos que têm a mesma palavra. Não seja um bebê o tempo todo. Estude você mesmo a Bíblia. Você pode atingir o significado. Forme o seu próprio pensamento sobre o assunto.
III. Estude Pelos Tópicos - Jeremias 15:16
Essa é a maneira mais simples para se estudar a Bíblia, é o método que mostra os resultados mais rapidamente. Procure estudar tópicos na Bíblia. Não isole o seu estudo em uma única parte. Veja o assunto por inteiro! Dessa maneira saberá tudo o que Deus diz sobre o assunto. Compre ferramentas para te ajudar no estudo, tais como: uma concordância, comentários, dicionário bíblico. Não é necessário ler um livro da Bíblia por inteiro para ter um estudo pelos tópicos. Use as ferramentas. Procure cada versículo que menciona o seu tópico; seja de cidades (Galiléia, Jerusalém, Palestina, etc.), de assuntos (oração, amor, arrependimento, lar, paciência, etc.) ou de pessoas (Jesus, Moisés, Pedro, Noé, José, etc.) e logo ficará sabendo tanto mais sobre a matéria.
Mas lembre-se:
Seja Sistemático - Faça anteriormente uma lista dos assuntos que quer estudar e faça-os um por um. Inclua vários para não ficar parado sempre em um só.
Seja Completo - Não estude só uns poucos versículos. Vá até que não possa ir mais.
Seja Exato - Entenda realmente as palavras. Anote-as, use um dicionário para entendê-las. Anote o que vem antes e depois, compare outras passagens iguais.
Seja Organizado - A informação pode ser boa, mas muitas vezes precisa ser considerada de uma maneira útil. Escreva em um caderno o que aprende e o que quer aprender. Faça uma lista de perguntas e anote a resposta pelo estudo (I Coríntios 14:40).
IV. Estude Pelos Capítulos - Isaías 28:10-13
Essa maneira de estudo é o que toma o menor tempo. Selecione os capítulos que quer estudar. Não comece por Gênesis, mas talvez João, Atos, ou Salmos. Leia o capítulo cinco vezes (uma destas vezes em voz alta). Divida o capítulo em seções e descreva a seção com um título. Anote os fatos principais na ordem que aconteceram. Anote as pessoas mencionadas e algo que aprendeu sobre elas. Anote as principais lições do capítulo (1, 2, 3,). Procure uma verdade central no capítulo e anote-a. Há um versículo chave no capítulo? Qual versículo você gostou mais? Marque-o e memorize-o. Coloque um nome no capítulo. Anote assuntos para estudos posteriores. Anote frases ou palavras para estudos posteriores. Anote as novas verdades que aprendeu através do capítulo. Anote as coisas que aprendeu, as verdades que já conhecia e viu no capítulo. O que mudou na sua vida através do estudo do capítulo?
V. Estude a Bíblia Pelo que Ela É, A Palavra de Deus - I Tessalonicenses 2:13
Desenvolva um desejo maior de conhecer a Bíblia, mais do que por outro livro qualquer. Aceite o que Ela ensina, mesmo sem entender tudo ou concordar com todo assunto que estudou. Tenha confiança no que Ela diz. Obedeça o que aprende dEla (Mateus 7:24,25). Seja atento para ouvir a Deus por Ela. O estudo da Palavra de Deus é tempo gasto com Deus.
VI. Estude Com Oração - Filipenses 4:6
Antes de começar o estudo, ore. Durante o estudo procure a Deus pela oração. Depois de estudar entre em oração. É Deus quem explica o que vai ser estudado (I Coríntios 2:15,16). Peça graça para aceitar a verdade que não entende. Peça a graça de Deus para eliminar da mente e da crença o que não é verdadeiro. Deus é sempre presente.
VII. Procure Por Cristo - Lucas 24:27
No estudo da Palavra de Deus procure pelo Filho de Deus em cada página. A Bíblia tem como tema central a exaltação de Jesus Cristo. Por Cristo, o Pai é exaltado sempre. Anote onde se acha Cristo.
VIII. Use Os Momentos Vagos - Efésios 5:16; Colossenses 4:5
Em nossa vida nem sempre é fácil estudar a Bíblia, mas podemos achar tempo nas salas de espera, filas e pontos de ônibus, nos minutos vagos entre atividades (refeições, tomar um banho, etc.). Tenha uma Bíblia ou Novo Testamento, ou folha com o seu estudo contigo sempre. Lê, anote um pensamento, continue a aprendizagem.
IX. Grave O Que Aprender - Salmos 119:11
Lembre-se da referência da verdade aprendida (o endereço dela). Anote o versículo principal e memorize-o. Ensine a verdade aprendida aos outros. Use as verdades na sua vida.
A pessoa resoluta para fazer um voto de estudar a Bíblia logo verá que cumprirá esse voto. O estudo diário será fato singular e fará diferença em sua vida. Pouco a pouco o estudo vai se transformando em qualidades que você mesmo não perceberá até ter feito o estudo por muito tempo. A quantidade de tempo a ser gasta é você quem deve decidir. Uma hora diária seria melhor, mas muito pode ser feito em quinze minutos. Tenha uma visão longa sobre este estudo. Talvez cada sessão de estudo não abra maravilhas para você, mas com o correr do tempo você verá que tem sido uma boa influência.
II. Estude Mesmo a Bíblia - João 5:39
Não fique satisfeito com um simples correr de olhos pelas páginas da Bíblia. Examine-a! Leia e releia as passagens para que se aproveite a Verdade que se esconde nas páginas. Examine-a! Faça perguntas e procure as respostas: O que isto significa? O que isto significa para mim? Só tem isso? Procure entendimento pelas palavras diferentes que notar. Pese cada uma. Verifique outros versículos que têm a mesma palavra. Não seja um bebê o tempo todo. Estude você mesmo a Bíblia. Você pode atingir o significado. Forme o seu próprio pensamento sobre o assunto.
III. Estude Pelos Tópicos - Jeremias 15:16
Essa é a maneira mais simples para se estudar a Bíblia, é o método que mostra os resultados mais rapidamente. Procure estudar tópicos na Bíblia. Não isole o seu estudo em uma única parte. Veja o assunto por inteiro! Dessa maneira saberá tudo o que Deus diz sobre o assunto. Compre ferramentas para te ajudar no estudo, tais como: uma concordância, comentários, dicionário bíblico. Não é necessário ler um livro da Bíblia por inteiro para ter um estudo pelos tópicos. Use as ferramentas. Procure cada versículo que menciona o seu tópico; seja de cidades (Galiléia, Jerusalém, Palestina, etc.), de assuntos (oração, amor, arrependimento, lar, paciência, etc.) ou de pessoas (Jesus, Moisés, Pedro, Noé, José, etc.) e logo ficará sabendo tanto mais sobre a matéria.
Mas lembre-se:
Seja Sistemático - Faça anteriormente uma lista dos assuntos que quer estudar e faça-os um por um. Inclua vários para não ficar parado sempre em um só.
Seja Completo - Não estude só uns poucos versículos. Vá até que não possa ir mais.
Seja Exato - Entenda realmente as palavras. Anote-as, use um dicionário para entendê-las. Anote o que vem antes e depois, compare outras passagens iguais.
Seja Organizado - A informação pode ser boa, mas muitas vezes precisa ser considerada de uma maneira útil. Escreva em um caderno o que aprende e o que quer aprender. Faça uma lista de perguntas e anote a resposta pelo estudo (I Coríntios 14:40).
IV. Estude Pelos Capítulos - Isaías 28:10-13
Essa maneira de estudo é o que toma o menor tempo. Selecione os capítulos que quer estudar. Não comece por Gênesis, mas talvez João, Atos, ou Salmos. Leia o capítulo cinco vezes (uma destas vezes em voz alta). Divida o capítulo em seções e descreva a seção com um título. Anote os fatos principais na ordem que aconteceram. Anote as pessoas mencionadas e algo que aprendeu sobre elas. Anote as principais lições do capítulo (1, 2, 3,). Procure uma verdade central no capítulo e anote-a. Há um versículo chave no capítulo? Qual versículo você gostou mais? Marque-o e memorize-o. Coloque um nome no capítulo. Anote assuntos para estudos posteriores. Anote frases ou palavras para estudos posteriores. Anote as novas verdades que aprendeu através do capítulo. Anote as coisas que aprendeu, as verdades que já conhecia e viu no capítulo. O que mudou na sua vida através do estudo do capítulo?
V. Estude a Bíblia Pelo que Ela É, A Palavra de Deus - I Tessalonicenses 2:13
Desenvolva um desejo maior de conhecer a Bíblia, mais do que por outro livro qualquer. Aceite o que Ela ensina, mesmo sem entender tudo ou concordar com todo assunto que estudou. Tenha confiança no que Ela diz. Obedeça o que aprende dEla (Mateus 7:24,25). Seja atento para ouvir a Deus por Ela. O estudo da Palavra de Deus é tempo gasto com Deus.
VI. Estude Com Oração - Filipenses 4:6
Antes de começar o estudo, ore. Durante o estudo procure a Deus pela oração. Depois de estudar entre em oração. É Deus quem explica o que vai ser estudado (I Coríntios 2:15,16). Peça graça para aceitar a verdade que não entende. Peça a graça de Deus para eliminar da mente e da crença o que não é verdadeiro. Deus é sempre presente.
VII. Procure Por Cristo - Lucas 24:27
No estudo da Palavra de Deus procure pelo Filho de Deus em cada página. A Bíblia tem como tema central a exaltação de Jesus Cristo. Por Cristo, o Pai é exaltado sempre. Anote onde se acha Cristo.
VIII. Use Os Momentos Vagos - Efésios 5:16; Colossenses 4:5
Em nossa vida nem sempre é fácil estudar a Bíblia, mas podemos achar tempo nas salas de espera, filas e pontos de ônibus, nos minutos vagos entre atividades (refeições, tomar um banho, etc.). Tenha uma Bíblia ou Novo Testamento, ou folha com o seu estudo contigo sempre. Lê, anote um pensamento, continue a aprendizagem.
IX. Grave O Que Aprender - Salmos 119:11
Lembre-se da referência da verdade aprendida (o endereço dela). Anote o versículo principal e memorize-o. Ensine a verdade aprendida aos outros. Use as verdades na sua vida.
A IGREJA QUE JESUS APROVA
SOU AQUELE QUE VIVE. ESTIVE MORTO MAS AGORA ESTOU VIVO PARA TODO O SEMPRE! E TENHO AS CHAVES DA MORTE E DO HADES. ? ESCREVA, POIS, AS COISAS QUE VOCÊ VIU, TANTO AS PRESENTES COMO AS QUE ACONTECERÃO. ? ESTE É O MISTÉRIO DAS SETE ESTRELAS QUE VOCÊ VIU EM MINHA MÃO DIREITA E DOS SETE CANDELABROS: AS SETE ESTRELAS SÃO OS ANJOS DAS SETE IGREJAS, E OS SETE CANDELABROS SÃO AS SETE IGREJAS.
Apocalipse 1. 18 a 20 (nvi)
NÃO TOLERA IMPOSTORES NO SEU MEIO
Conheço as suas obras, o seu trabalho árduo e a sua perseverança. Sei que você não pode tolerar homens maus, que pôs à prova os que dizem ser apóstolos mas não são, e descobriu que eles eram impostores. Apocalipse 2.2 (nvi)
Um dos principais cuidados de Jesus, ao dirigir sua mensagem final às sete igrejas, foi Preveni-las da apostasia por tolerar falsos mestres, profetas ou apóstolos, que distorciam a Palavra de Deus ou enfraqueciam seu poder e autoridade nas igrejas. (bep)
É PERSEVERANTE. TUDO POR JESUS
Você tem perseverado e suportado sofrimentos por causa do meu nome, e não tem desfalecido. Apocalipse 2.3 (nvi)
Tudo suportavam porque se apegavam a Cristo como seu Senhor e Salvador, sendo Ele o único Rei que tinha o direito de ser adorado. Identificavam-se como ?cristãos?, leais ao único Rei, Jesus. Por essa razão é que sofriam perseguições. (nti)
ODEIA AS PRÁTICAS SEXUAIS IMORAIS
Mas há uma coisa a seu favor: Você odeia as práticas dos nicolaítas, como eu também as odeio. Apocalipse 2. 6 (nvi)
Os nicolaítas (cf.v15) eram certamente adeptos do ensino de Balaão (cf.v.15), i.e., que a imoralidade sexual não afeta nossa salvação em Cristo. O NT declara o contrário; tais pessoas não herdarão o Reino de Deus (I co. 6.9,10). (bep)
É FIEL ATÉ A MORTE
Não tenha medo do que você está prestes a sofrer. O diabo lançará alguns de vocês na prisão para prová-los, e vocês sofrerão perseguição durante dez dias. SEJA FIEL ATÉ A MORTE, e eu lhe darei a coroa da vida. Apocalipse 2.10 (nvi)
O sofrimento faz parte essencial do cristianismo, por tratar-se este da presença de Cristo em um mundo hostil. (Ver João 15.18 e ss.). O ódio fatalmente perseguirá às testemunhas fiéis. O mundo odiará ao crente, se este for semelhante a Cristo. (nti)
PRODUZ HOJE, MAIS DO QUE ONTEM
Conheço as suas obras, o seu amor, a sua fé, o seu serviço e sua perseverança, e sei que você está fazendo mais agora do que no princípio. Apocalipse 2.19 (nvi)
Não basta que o crente mantenha a sua posição ? é mister que avance. Assim sendo, grande é o louvor que há nessas palavras, ?você está fazendo mais agora do que no princípio?. Em horas de tensão, os homens pendem bem definidamente em retroceder, ou por avançar, com igual energia. As tensões e pressões tinham levado os crentes de Tiatira a não retrocederem, mas a avançarem. (nti)
NÃO SE CONTAMINA COM O PADRÃO DO MUNDO
No entanto, você tem aí em Sardes uns poucos que NÃO CONTA-MINARAM as suas vestes. Eles andarão comigo, vestidos de branco, pois são dignos. Apocalipse 3.4 (nvi)
No decurso da história da igreja, sempre houve alguns (i.e., um remanesceste) que ?não contaminaram suas vestes? e que procuraram manter a simplicidade e pureza de devoção a Cristo, que os apóstolos e muitos outros conheciam nos dias do NT (2 co 11.3) (bep)
GUARDA A PALAVRA DE DEUS
Conheço as suas obras. Eis que coloquei diante de você uma porta aberta que ninguém pode fechar. Sei que você tem pouca força, mas GUARDOU A MINHA PALAVRA e não negou o meu nome. Apocalipse 3.8 (nvi)
?Guardou a minha Palavra? - Essas palavras apontam primariamente, para a observância dos mandamentos de Cristo, o que leva o crente a uma vida de santidade, em contra posição à licenciosidade dos gnósticos (ver o versículo seguinte). Preservar a própria fé cristã, em face mesmo da apostasia. (nti).
Apocalipse 1. 18 a 20 (nvi)
NÃO TOLERA IMPOSTORES NO SEU MEIO
Conheço as suas obras, o seu trabalho árduo e a sua perseverança. Sei que você não pode tolerar homens maus, que pôs à prova os que dizem ser apóstolos mas não são, e descobriu que eles eram impostores. Apocalipse 2.2 (nvi)
Um dos principais cuidados de Jesus, ao dirigir sua mensagem final às sete igrejas, foi Preveni-las da apostasia por tolerar falsos mestres, profetas ou apóstolos, que distorciam a Palavra de Deus ou enfraqueciam seu poder e autoridade nas igrejas. (bep)
É PERSEVERANTE. TUDO POR JESUS
Você tem perseverado e suportado sofrimentos por causa do meu nome, e não tem desfalecido. Apocalipse 2.3 (nvi)
Tudo suportavam porque se apegavam a Cristo como seu Senhor e Salvador, sendo Ele o único Rei que tinha o direito de ser adorado. Identificavam-se como ?cristãos?, leais ao único Rei, Jesus. Por essa razão é que sofriam perseguições. (nti)
ODEIA AS PRÁTICAS SEXUAIS IMORAIS
Mas há uma coisa a seu favor: Você odeia as práticas dos nicolaítas, como eu também as odeio. Apocalipse 2. 6 (nvi)
Os nicolaítas (cf.v15) eram certamente adeptos do ensino de Balaão (cf.v.15), i.e., que a imoralidade sexual não afeta nossa salvação em Cristo. O NT declara o contrário; tais pessoas não herdarão o Reino de Deus (I co. 6.9,10). (bep)
É FIEL ATÉ A MORTE
Não tenha medo do que você está prestes a sofrer. O diabo lançará alguns de vocês na prisão para prová-los, e vocês sofrerão perseguição durante dez dias. SEJA FIEL ATÉ A MORTE, e eu lhe darei a coroa da vida. Apocalipse 2.10 (nvi)
O sofrimento faz parte essencial do cristianismo, por tratar-se este da presença de Cristo em um mundo hostil. (Ver João 15.18 e ss.). O ódio fatalmente perseguirá às testemunhas fiéis. O mundo odiará ao crente, se este for semelhante a Cristo. (nti)
PRODUZ HOJE, MAIS DO QUE ONTEM
Conheço as suas obras, o seu amor, a sua fé, o seu serviço e sua perseverança, e sei que você está fazendo mais agora do que no princípio. Apocalipse 2.19 (nvi)
Não basta que o crente mantenha a sua posição ? é mister que avance. Assim sendo, grande é o louvor que há nessas palavras, ?você está fazendo mais agora do que no princípio?. Em horas de tensão, os homens pendem bem definidamente em retroceder, ou por avançar, com igual energia. As tensões e pressões tinham levado os crentes de Tiatira a não retrocederem, mas a avançarem. (nti)
NÃO SE CONTAMINA COM O PADRÃO DO MUNDO
No entanto, você tem aí em Sardes uns poucos que NÃO CONTA-MINARAM as suas vestes. Eles andarão comigo, vestidos de branco, pois são dignos. Apocalipse 3.4 (nvi)
No decurso da história da igreja, sempre houve alguns (i.e., um remanesceste) que ?não contaminaram suas vestes? e que procuraram manter a simplicidade e pureza de devoção a Cristo, que os apóstolos e muitos outros conheciam nos dias do NT (2 co 11.3) (bep)
GUARDA A PALAVRA DE DEUS
Conheço as suas obras. Eis que coloquei diante de você uma porta aberta que ninguém pode fechar. Sei que você tem pouca força, mas GUARDOU A MINHA PALAVRA e não negou o meu nome. Apocalipse 3.8 (nvi)
?Guardou a minha Palavra? - Essas palavras apontam primariamente, para a observância dos mandamentos de Cristo, o que leva o crente a uma vida de santidade, em contra posição à licenciosidade dos gnósticos (ver o versículo seguinte). Preservar a própria fé cristã, em face mesmo da apostasia. (nti).
A Igreja cresce ou Incha
Jesus gostava de viver de acordo com seu ambiente e sua época. Ele conversava com todos, passeava, viajava, gostava de comer e beber e cultivava bons relacionamentos. Uma das coisas que Jesus mais gostava de fazer era usar exemplos da vida cotidiana para ensinar grandes verdades espirituais. A isto denominamos parábola.
Uma parábola que é bem curtinha, mas traz uma grande realidade da igreja, é a parábola do fermento e da farinha. Vejamos: ...O reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher pega e mistura em três medidas de farinhas, até que tudo seja fermentado (Mt 13:33). A princípio, temos a impressão que Jesus está exaltando o crescimento do Evangelho e da igreja, mas é exatamente o contrário. A farinha, na Bíblia, indica pureza. Quando Abraão recebeu a visita de três anjos, ele mandou Sara lhes preparar três medidas de flor de farinha (Gn 18:6). Era uma farinha bem refinada.
Ao contrário disto, o fermento tem um sentido negativo em toda a Bíblia. Os hebreus tinham que comer, na páscoa, pão sem fermento. Os chamados pães asmos. Jesus comparou a doutrina herética dos fariseus ao fermento. O apóstolo Paulo declara: Expurgai o fermento velho, para que sejais massa nova, assim como sois sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, já foi sacrificado (I Co 5:7). O fermento representa a proliferação do pecado, e a farinha representa a pureza.
Se Jesus falou que uma mulher misturou o fermento com a farinha, ele está querendo dizer que haverá uma mistura do santo com o profano, do fiel com o infiel, da igreja com o mundo. Quando falo mundo não me refiro à cultura, mas sim aos conceitos malignos do mundo. Para ver esta parábola profética se cumprindo, é só dar uma olhadinha em algumas igrejas. Os conceitos de sucesso financeiro de Lair Ribeiro e da Programação Neurolingüística ocupam os nossos púlpitos e as verdades bíblicas são deixadas de lado. Algumas igrejas só enfatizam o que as pessoas ganharam financeiramente quando vieram para o Evangelho. A Teologia da Prosperidade, originada nos E.U.A. com Essek William Kenyon e com Keneth E Hagin, se espalha pelo Brasil e faz a cada dia a igreja de Cristo ser mais gananciosa e cega.
Milhares de campanhas são criadas com o objetivo de fazer as pessoas darem o pouco dinheiro que têm, com a promessa de que Deus lhes dará o dobro, ou triplo. Deus é colocado na posição de criado e como alguém que tem a obrigação de dar aquilo que os filhinhos mimados determinam. Alguns citam o que Paulo disse: Posso todas as coisas naquele que me fortalece (Fp 4:13). Usam este texto para falarem que Paulo podia ganhar muito dinheiro, ter muito sucesso, ser melhor do que os ímpios, etc. Oh, quão grande ignorância! É só ler o versículo 12 e perceber que ele estava passando por necessidades e até fome. Quando escreveu esta carta, Paulo estava na cadeia. Os pregadores do Evangelho Financeiro estão colocando fermento na farinha. De fato, o resultado é um aparente crescimento, mas na realidade é um inchaço vazio.
As igrejas estão na mídia, no rádio, na TV, etc, e isto é muito bom, mas estamos passando por um falso crescimento, um crescimento onde o Evangelho é misturado com conceitos falidos. Hoje se converte um monte de artistas e cantores, e com menos de um mês de Evangelho já estão dando testemunhos e vendendo CD´s. Artistas que estão jogados para escanteio acham nas igrejas um ótimo meio de ganhar dinheiro. E muitos têm trazido escândalos para o Evangelho. E mesmo muitos artistas de Jesus que sempre foram evangélicos, incluindo os cantores e pregadores famosos, cobram quantias altíssimas em dinheiro para fazer a obra de Deus. Até mesmo em época de eleições as mega-igrejas se enchem de candidatos interessados em votos.
Infelizmente, tudo isto é inevitável, visto que Jesus profetizou através desta parábola que esta mistura aconteceria. Não nos esqueçamos, que a igreja dos últimos tempos é rica, bonita, pomposa, de nada tem falta, mas o diagnóstico divino é: Tu és pobre, cego, desgraçado, miserável e nu. Não se esqueça, aqueles que mudam a verdade de Deus sofrerão mais dura condenação e mais ainda aqueles que conheceram a verdade do Senhor e preferiram pervertê-la.
Uma parábola que é bem curtinha, mas traz uma grande realidade da igreja, é a parábola do fermento e da farinha. Vejamos: ...O reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher pega e mistura em três medidas de farinhas, até que tudo seja fermentado (Mt 13:33). A princípio, temos a impressão que Jesus está exaltando o crescimento do Evangelho e da igreja, mas é exatamente o contrário. A farinha, na Bíblia, indica pureza. Quando Abraão recebeu a visita de três anjos, ele mandou Sara lhes preparar três medidas de flor de farinha (Gn 18:6). Era uma farinha bem refinada.
Ao contrário disto, o fermento tem um sentido negativo em toda a Bíblia. Os hebreus tinham que comer, na páscoa, pão sem fermento. Os chamados pães asmos. Jesus comparou a doutrina herética dos fariseus ao fermento. O apóstolo Paulo declara: Expurgai o fermento velho, para que sejais massa nova, assim como sois sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, já foi sacrificado (I Co 5:7). O fermento representa a proliferação do pecado, e a farinha representa a pureza.
Se Jesus falou que uma mulher misturou o fermento com a farinha, ele está querendo dizer que haverá uma mistura do santo com o profano, do fiel com o infiel, da igreja com o mundo. Quando falo mundo não me refiro à cultura, mas sim aos conceitos malignos do mundo. Para ver esta parábola profética se cumprindo, é só dar uma olhadinha em algumas igrejas. Os conceitos de sucesso financeiro de Lair Ribeiro e da Programação Neurolingüística ocupam os nossos púlpitos e as verdades bíblicas são deixadas de lado. Algumas igrejas só enfatizam o que as pessoas ganharam financeiramente quando vieram para o Evangelho. A Teologia da Prosperidade, originada nos E.U.A. com Essek William Kenyon e com Keneth E Hagin, se espalha pelo Brasil e faz a cada dia a igreja de Cristo ser mais gananciosa e cega.
Milhares de campanhas são criadas com o objetivo de fazer as pessoas darem o pouco dinheiro que têm, com a promessa de que Deus lhes dará o dobro, ou triplo. Deus é colocado na posição de criado e como alguém que tem a obrigação de dar aquilo que os filhinhos mimados determinam. Alguns citam o que Paulo disse: Posso todas as coisas naquele que me fortalece (Fp 4:13). Usam este texto para falarem que Paulo podia ganhar muito dinheiro, ter muito sucesso, ser melhor do que os ímpios, etc. Oh, quão grande ignorância! É só ler o versículo 12 e perceber que ele estava passando por necessidades e até fome. Quando escreveu esta carta, Paulo estava na cadeia. Os pregadores do Evangelho Financeiro estão colocando fermento na farinha. De fato, o resultado é um aparente crescimento, mas na realidade é um inchaço vazio.
As igrejas estão na mídia, no rádio, na TV, etc, e isto é muito bom, mas estamos passando por um falso crescimento, um crescimento onde o Evangelho é misturado com conceitos falidos. Hoje se converte um monte de artistas e cantores, e com menos de um mês de Evangelho já estão dando testemunhos e vendendo CD´s. Artistas que estão jogados para escanteio acham nas igrejas um ótimo meio de ganhar dinheiro. E muitos têm trazido escândalos para o Evangelho. E mesmo muitos artistas de Jesus que sempre foram evangélicos, incluindo os cantores e pregadores famosos, cobram quantias altíssimas em dinheiro para fazer a obra de Deus. Até mesmo em época de eleições as mega-igrejas se enchem de candidatos interessados em votos.
Infelizmente, tudo isto é inevitável, visto que Jesus profetizou através desta parábola que esta mistura aconteceria. Não nos esqueçamos, que a igreja dos últimos tempos é rica, bonita, pomposa, de nada tem falta, mas o diagnóstico divino é: Tu és pobre, cego, desgraçado, miserável e nu. Não se esqueça, aqueles que mudam a verdade de Deus sofrerão mais dura condenação e mais ainda aqueles que conheceram a verdade do Senhor e preferiram pervertê-la.
A Igreja, o Cristão e a Política
A IGREJA
A igreja de Cristo é a agência do Reino de Deus na terra. O apóstolo Pedro em sua primeira epístola nos dá o perfil da igreja de Cristo em sua essência quando se referindo a ela afirmou que a igreja é a “...geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; Vós que em outro tempo não éreis povo, mas agora sois povo de Deus; que não tínheis alcançado misericórdia, mas agora alcançastes misericórdia” (I Pe. 2.9-10). Deus elegeu Israel para ser o seu povo, mas Israel não correspondeu ao amor de Deus. Deus elegeu então a igreja em Cristo Jesus para tornar-se eternamente o seu povo. “Fui buscado dos que não perguntavam por mim; fui achado daqueles que me não buscavam. A um povo que se não chamava do meu nome eu disse. Eis-me aqui” (Isaias 65:1).
É glorioso sabermos que somos um povo do qual Deus inspirou escatologicamente ao profeta para expressar que este povo estranho o buscaria de tal modo, que Deus se faria presente. Em Cristo se cumpriu a profecia de Isaias e Jesus orando por seus discípulos deixou bastante claro quando se expressou dizendo: “Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a minha glória que me deste; porque tu me hás amado antes da fundação do mundo. Pai justo, o mundo não te conheceu, mas eu te conheci; e estes conheceram que tu me enviaste a mim. E eu lhes fiz conhecer o teu nome, e lho farei conhecer mais, para que o amor com que me tens amado esteja neles e eu neles esteja” (João 17: 24-26).
A igreja é a grande eleita na eleição de Deus. Voltando ao texto de Pedro verificamos que o apóstolo deixou bem claro e definido critérios para serem observados pela igreja de Cristo como geração eleita de Deus. “Sujeitai-vos pois a toda a ordenação humana por amor do Senhor: quer ao rei, como superior; quer a governadores, como por ele enviados para castigo dos malfeitores, e para louvor dos que fazem o bem. Porque assim é a vontade de Deus que, fazendo bem, tapeis a boca à ignorância dos homens loucos; como livres, e não tendo a liberdade por cobertura da malícia, mas como servos de Deus”. E Pedro conclui dizendo: “Honrai a todos. Amai a fraternidade. Temei a Deus. Honrai ao Rei. (I Pe 2:13-17). A luz deste texto entendemos que é a vontade de Deus que Sua igreja, respeite os poderes constituídos. O testemunho da igreja deve está de tal modo evidenciado, que possamos tapar a boca dos homens ímpios.
O sacerdócio real está sobre a igreja e como sacerdotes e profetas de Deus que somos, devemos ser instrumentos de transformação do mundo pelo amor. Devemos colocar as autoridades diante de Deus, conforme o Apóstolo Paulo chamou à atenção de Timóteo, dizendo: “Admoesto-te pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações intercessões, e ações de graças por todos os homens; Pelos reis, e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade. Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador.” (I Tim. 2:1-3). Aí está o grande ensino do Novo Testamento para o comportamento da igreja como povo de Deus. Escrevendo a Tito, o apóstolo Paulo reportou-se ao mesmo assunto, dizendo: “Admoesta-os a que se sujeitem aos principados e potestades, que lhes obedeçam, e estejam preparados para toda a boa obra; que a ninguém infamem, nem sejam contenciosos, mas modestos, mostrando toda a mansidão para com todos os homens”. (Tito 3:1-2). Diante destes textos concluímos que Deus abomina a desobediência às autoridades que por Ele mesmo foram constituídas sobre as nações e Reinos. “...afim de que conheçam os viventes que o Altíssimo tem domínio sobre os reinos dos homens, e os dá a quem quer, e até ao mais baixo dos homens constitue sobre eles” (Dan. 4:17).
O CRISTÃO
Não deve haver dicotomia entre o comportamento pessoal do cristão diante dos poderes constituídos e o comportamento da igreja de Cristo como todo. Isto significa que a orientação da igreja segue a revelação de Deus sobre o assunto, e como tal deve ser obedecido por todos os membros do corpo de Cristo. Imaginemos uma mão intecionando fazer uma coisa e a outra mão intecionando fazer outra coisa. Ambas não realizariam nada porque não poderiam atuar em projetos diferentes. Ou, se a cabeça ordenasse a mão que se posicionasse numa determinada direção e a mão se dirigisse em outro sentido. Nada se realizaria. Igualmente o corpo de Cristo que é a igreja não poderá se dissociar dos ensinos da Palavra revelada. Deve haver coerência, metas e objetivos a serem alcançados. Assim, os mesmos princípios aplicados a igreja devem ser aplicados a todos os crentes isoladamente. A participação do crente na política tem sido muito questionado em nossos dias. O que mais chama à atenção da comunidade cristã no exercício dos cargos eletivos, é que os testemunhos daqueles que tem alcançados os cargos públicos. Tanto na área do legislativo como do executivo, e até mesmos em cargos de confiança dos governos, tanto a nível federal como estadual, tem deixado muito a desejar, pelo menos é o que temos observado entre muitos dos que tem sido eleitos.
Após a abertura democrática no país, verificamos uma crescente ascendência de evangélicos ingressando na carreira política. Ao mesmo tempo temos visto que muitos destes irmãos não conseguiram sua reeleição, em eleições posteriores, pelo simples fato de terem fracassado como políticos. Muitos escandalizaram o evangelho de tal modo que tornaram-se opróbrio no meio do povo de Deus. Decepção e escândalo para o evangelho e para a Igreja de Cristo. Não estavam aptos para exercerem os cargos eletivos à luz da palavra e testemunho do evangelho como sal da terra e luz do mundo. O seu sal tornou-se insosso para a terra e a luz apagou-se no meio das trevas.
O crente pode e deve encarar a carreira política como algo natural, como se fosse uma outra carreira qualquer, dentro da nossa sociedade. Os cargos eletivos e de confiança nos diversos escalões do governo estão tanto para o ímpio como para o cristão. E, a Bíblia em nenhum momento menciona a desaprovação de Deus quanto a fazer acepção de pessoas, para o exercício do poder. Na história do povo hebreu vimos que José foi vendido por seus irmãos. No Egito ele não se corrompeu diante das tentações da mulher do Ministro Potifar e pagou caro pela sua fidelidade ao seu Deus. Foi preso e castigado, mas levantou-se quando o Rei precisou de quem interpretasse o seu sonho. José interpretou o sonho e em seguida foi nomeado Governador, tornando-se uma benção para o Egito e mais tarde para o povo hebreu. (Gen. 41:38-40). No cativeiro babilônico Daniel preferiu não se alimentar dos manjares do rei. Tornou-se tão belo e forte quanto os demais cativos do reino destinados a serem instruídos nas letras e língua dos caldeus. (Dan. 1:4).
Daniel foi ricamente abençoado por Deus no meio de um povo estranho tornando-se príncipe no meio deste povo estranho (Dan. 6:2). Foi condenado a cova dos leões, mas não se prostrou, nem prestou adoração ao rei Dario, antes manteve-se fiel a Deus. Passada a noite Daniel manteve-se vivo pela proteção de Deus que fechou a boca dos leões. Daniel saiu amparado pelo Rei Dario que já havia se arrependido de seu edito. Agora fez um novo decreto publicado e divulgado para cumprimento em todo o domínio do império para que todos os homens temessem e tremessem diante do Deus de Daniel. “...porque ele é o Deus vivo e para sempre permanente, e o seu reino não se pode destruir; o seu domínio é até o fim. Ele livra e salva, e opera sinais e maravilhas no céu e na terra; ele livrou Daniel do poder dos leões” (Dan. 6:26-27). Deus foi glorificado na vida de seu servo Daniel. O cristão glorifica a Deus e é uma benção para os homens e para as nações quando se mantém fiel ao Senhor.
A POLÍTICA
A política é um instrumento da democracia. A pluralidade de partidos pressupõe que existe livre-arbítrio, a ser exercido pelo povo que deve conscientemente escolher seus mandatários em escrutínio livre e secreto. Nos regimes totalitários de qualquer ideologia, não existe a liberdade democrática. Os governos são impostos pela força ou são transferidos por hierarquia. A democracia está coerente com a Palavra de Deus, porque Deus fez o homem livre. Deus abomina a escravidão, a servidão, o cativeiro, e a opressão tanto físico material, como espiritual. “Se pois o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (João 8:36). Segundo, o autor Justo Gonzalez em sua coleção “Uma História Ilustrada do Cristianismo”, os imperadores romanos acusaram os cristãos de haverem desestabilizado o Império Romano, com o que tenho concordado plenamente. O cristianismo tem transformado o homem e tem mudado a história do mundo. A oração do justo pode muito em seus efeitos.
O clamor da igreja derruba impérios, muros e regimes totalitários. A igreja pode mudar a história política na medida que ela coloca os povos diante do trono de Deus. Cometemos um erro grave quando imaginamos que teremos reinos de paz, justiça, tranqüilidade ou de equilíbrio econômico-social. As promessas de Deus são para a igreja de Cristo. Novos céus e nova terra (Apoc. 21:1-7). A política é a manifestação do pensamento do homem. Ela é necessária nos regimes democráticos porque politicamente o homem pode expressar a sua vontade, aliada a vontade do grupo. A maioria partidária leva ao poder. Ainda que não seja o método mais apropriado não conhecemos outro e deste modo ele é justo. Samuel e Deus discordaram do desejo do povo de Israel quando pediram um rei, pelo simples fato de todos os demais povos terem seus reis. Deus era o Rei de Israel. Deus estava à frente de seu povo e pelejava por ele. Não havia justificativa para exigir-se um rei. Deus acabou atendendo ao clamor de Israel e o reinado foi um fracasso (Sam. 8:5).
A política como instrumento democrático deveria ser utilizada para ser uma benção para todos os povos, no entanto tem sido mais um instrumento de corrupção e de ambição. Os políticos tem legislado mais em benefício próprio do que em benefício do povo. Enquanto o povo não souber escolher bem seus representantes não terão dias melhores. O povo tem o governo que merece, diz um adágio popular, porque uma vez escolhido os governantes de modo errado, só resta democraticamente suportá-los, até nova oportunidade de mudá-los. Em qualquer situação os governos humanos serão apenas um paliativo para o problema do homem. Somente Deus através de Jesus tem a solução definitiva para o problema homem.
A igreja de Cristo é a agência do Reino de Deus na terra. O apóstolo Pedro em sua primeira epístola nos dá o perfil da igreja de Cristo em sua essência quando se referindo a ela afirmou que a igreja é a “...geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; Vós que em outro tempo não éreis povo, mas agora sois povo de Deus; que não tínheis alcançado misericórdia, mas agora alcançastes misericórdia” (I Pe. 2.9-10). Deus elegeu Israel para ser o seu povo, mas Israel não correspondeu ao amor de Deus. Deus elegeu então a igreja em Cristo Jesus para tornar-se eternamente o seu povo. “Fui buscado dos que não perguntavam por mim; fui achado daqueles que me não buscavam. A um povo que se não chamava do meu nome eu disse. Eis-me aqui” (Isaias 65:1).
É glorioso sabermos que somos um povo do qual Deus inspirou escatologicamente ao profeta para expressar que este povo estranho o buscaria de tal modo, que Deus se faria presente. Em Cristo se cumpriu a profecia de Isaias e Jesus orando por seus discípulos deixou bastante claro quando se expressou dizendo: “Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a minha glória que me deste; porque tu me hás amado antes da fundação do mundo. Pai justo, o mundo não te conheceu, mas eu te conheci; e estes conheceram que tu me enviaste a mim. E eu lhes fiz conhecer o teu nome, e lho farei conhecer mais, para que o amor com que me tens amado esteja neles e eu neles esteja” (João 17: 24-26).
A igreja é a grande eleita na eleição de Deus. Voltando ao texto de Pedro verificamos que o apóstolo deixou bem claro e definido critérios para serem observados pela igreja de Cristo como geração eleita de Deus. “Sujeitai-vos pois a toda a ordenação humana por amor do Senhor: quer ao rei, como superior; quer a governadores, como por ele enviados para castigo dos malfeitores, e para louvor dos que fazem o bem. Porque assim é a vontade de Deus que, fazendo bem, tapeis a boca à ignorância dos homens loucos; como livres, e não tendo a liberdade por cobertura da malícia, mas como servos de Deus”. E Pedro conclui dizendo: “Honrai a todos. Amai a fraternidade. Temei a Deus. Honrai ao Rei. (I Pe 2:13-17). A luz deste texto entendemos que é a vontade de Deus que Sua igreja, respeite os poderes constituídos. O testemunho da igreja deve está de tal modo evidenciado, que possamos tapar a boca dos homens ímpios.
O sacerdócio real está sobre a igreja e como sacerdotes e profetas de Deus que somos, devemos ser instrumentos de transformação do mundo pelo amor. Devemos colocar as autoridades diante de Deus, conforme o Apóstolo Paulo chamou à atenção de Timóteo, dizendo: “Admoesto-te pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações intercessões, e ações de graças por todos os homens; Pelos reis, e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade. Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador.” (I Tim. 2:1-3). Aí está o grande ensino do Novo Testamento para o comportamento da igreja como povo de Deus. Escrevendo a Tito, o apóstolo Paulo reportou-se ao mesmo assunto, dizendo: “Admoesta-os a que se sujeitem aos principados e potestades, que lhes obedeçam, e estejam preparados para toda a boa obra; que a ninguém infamem, nem sejam contenciosos, mas modestos, mostrando toda a mansidão para com todos os homens”. (Tito 3:1-2). Diante destes textos concluímos que Deus abomina a desobediência às autoridades que por Ele mesmo foram constituídas sobre as nações e Reinos. “...afim de que conheçam os viventes que o Altíssimo tem domínio sobre os reinos dos homens, e os dá a quem quer, e até ao mais baixo dos homens constitue sobre eles” (Dan. 4:17).
O CRISTÃO
Não deve haver dicotomia entre o comportamento pessoal do cristão diante dos poderes constituídos e o comportamento da igreja de Cristo como todo. Isto significa que a orientação da igreja segue a revelação de Deus sobre o assunto, e como tal deve ser obedecido por todos os membros do corpo de Cristo. Imaginemos uma mão intecionando fazer uma coisa e a outra mão intecionando fazer outra coisa. Ambas não realizariam nada porque não poderiam atuar em projetos diferentes. Ou, se a cabeça ordenasse a mão que se posicionasse numa determinada direção e a mão se dirigisse em outro sentido. Nada se realizaria. Igualmente o corpo de Cristo que é a igreja não poderá se dissociar dos ensinos da Palavra revelada. Deve haver coerência, metas e objetivos a serem alcançados. Assim, os mesmos princípios aplicados a igreja devem ser aplicados a todos os crentes isoladamente. A participação do crente na política tem sido muito questionado em nossos dias. O que mais chama à atenção da comunidade cristã no exercício dos cargos eletivos, é que os testemunhos daqueles que tem alcançados os cargos públicos. Tanto na área do legislativo como do executivo, e até mesmos em cargos de confiança dos governos, tanto a nível federal como estadual, tem deixado muito a desejar, pelo menos é o que temos observado entre muitos dos que tem sido eleitos.
Após a abertura democrática no país, verificamos uma crescente ascendência de evangélicos ingressando na carreira política. Ao mesmo tempo temos visto que muitos destes irmãos não conseguiram sua reeleição, em eleições posteriores, pelo simples fato de terem fracassado como políticos. Muitos escandalizaram o evangelho de tal modo que tornaram-se opróbrio no meio do povo de Deus. Decepção e escândalo para o evangelho e para a Igreja de Cristo. Não estavam aptos para exercerem os cargos eletivos à luz da palavra e testemunho do evangelho como sal da terra e luz do mundo. O seu sal tornou-se insosso para a terra e a luz apagou-se no meio das trevas.
O crente pode e deve encarar a carreira política como algo natural, como se fosse uma outra carreira qualquer, dentro da nossa sociedade. Os cargos eletivos e de confiança nos diversos escalões do governo estão tanto para o ímpio como para o cristão. E, a Bíblia em nenhum momento menciona a desaprovação de Deus quanto a fazer acepção de pessoas, para o exercício do poder. Na história do povo hebreu vimos que José foi vendido por seus irmãos. No Egito ele não se corrompeu diante das tentações da mulher do Ministro Potifar e pagou caro pela sua fidelidade ao seu Deus. Foi preso e castigado, mas levantou-se quando o Rei precisou de quem interpretasse o seu sonho. José interpretou o sonho e em seguida foi nomeado Governador, tornando-se uma benção para o Egito e mais tarde para o povo hebreu. (Gen. 41:38-40). No cativeiro babilônico Daniel preferiu não se alimentar dos manjares do rei. Tornou-se tão belo e forte quanto os demais cativos do reino destinados a serem instruídos nas letras e língua dos caldeus. (Dan. 1:4).
Daniel foi ricamente abençoado por Deus no meio de um povo estranho tornando-se príncipe no meio deste povo estranho (Dan. 6:2). Foi condenado a cova dos leões, mas não se prostrou, nem prestou adoração ao rei Dario, antes manteve-se fiel a Deus. Passada a noite Daniel manteve-se vivo pela proteção de Deus que fechou a boca dos leões. Daniel saiu amparado pelo Rei Dario que já havia se arrependido de seu edito. Agora fez um novo decreto publicado e divulgado para cumprimento em todo o domínio do império para que todos os homens temessem e tremessem diante do Deus de Daniel. “...porque ele é o Deus vivo e para sempre permanente, e o seu reino não se pode destruir; o seu domínio é até o fim. Ele livra e salva, e opera sinais e maravilhas no céu e na terra; ele livrou Daniel do poder dos leões” (Dan. 6:26-27). Deus foi glorificado na vida de seu servo Daniel. O cristão glorifica a Deus e é uma benção para os homens e para as nações quando se mantém fiel ao Senhor.
A POLÍTICA
A política é um instrumento da democracia. A pluralidade de partidos pressupõe que existe livre-arbítrio, a ser exercido pelo povo que deve conscientemente escolher seus mandatários em escrutínio livre e secreto. Nos regimes totalitários de qualquer ideologia, não existe a liberdade democrática. Os governos são impostos pela força ou são transferidos por hierarquia. A democracia está coerente com a Palavra de Deus, porque Deus fez o homem livre. Deus abomina a escravidão, a servidão, o cativeiro, e a opressão tanto físico material, como espiritual. “Se pois o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (João 8:36). Segundo, o autor Justo Gonzalez em sua coleção “Uma História Ilustrada do Cristianismo”, os imperadores romanos acusaram os cristãos de haverem desestabilizado o Império Romano, com o que tenho concordado plenamente. O cristianismo tem transformado o homem e tem mudado a história do mundo. A oração do justo pode muito em seus efeitos.
O clamor da igreja derruba impérios, muros e regimes totalitários. A igreja pode mudar a história política na medida que ela coloca os povos diante do trono de Deus. Cometemos um erro grave quando imaginamos que teremos reinos de paz, justiça, tranqüilidade ou de equilíbrio econômico-social. As promessas de Deus são para a igreja de Cristo. Novos céus e nova terra (Apoc. 21:1-7). A política é a manifestação do pensamento do homem. Ela é necessária nos regimes democráticos porque politicamente o homem pode expressar a sua vontade, aliada a vontade do grupo. A maioria partidária leva ao poder. Ainda que não seja o método mais apropriado não conhecemos outro e deste modo ele é justo. Samuel e Deus discordaram do desejo do povo de Israel quando pediram um rei, pelo simples fato de todos os demais povos terem seus reis. Deus era o Rei de Israel. Deus estava à frente de seu povo e pelejava por ele. Não havia justificativa para exigir-se um rei. Deus acabou atendendo ao clamor de Israel e o reinado foi um fracasso (Sam. 8:5).
A política como instrumento democrático deveria ser utilizada para ser uma benção para todos os povos, no entanto tem sido mais um instrumento de corrupção e de ambição. Os políticos tem legislado mais em benefício próprio do que em benefício do povo. Enquanto o povo não souber escolher bem seus representantes não terão dias melhores. O povo tem o governo que merece, diz um adágio popular, porque uma vez escolhido os governantes de modo errado, só resta democraticamente suportá-los, até nova oportunidade de mudá-los. Em qualquer situação os governos humanos serão apenas um paliativo para o problema do homem. Somente Deus através de Jesus tem a solução definitiva para o problema homem.
sexta-feira, dezembro 27, 2013
Jesus no Getsêmani - Suor de Sangue
O Getsêmani, prensa de azeite em hebraico, ficava a leste de Jerusalém, no monte das Oliveiras. No lugar onde as azeitonas eram prensadas e esmagadas, Jesus também foi preso e esmagado.
O Getsêmani tem um formato de quadrilátero, medindo cerca de cinquenta metros de superfície, e está rodeado por um muro.
Jesus após a oração sacerdotal, prosseguiu seu caminho, descendo do vale de Cedrom, muito estreito na parte entre os muros de Jerusalém e o sopé do monte das Oliveiras. Jesus passa por uma ponte sobre o leito de um pequeno rio, e adentra o olival no jardim do Getsêmani.
O Getsêmani tem um formato de quadrilátero, medindo cerca de cinquenta metros de superfície, e está rodeado por um muro.
Jesus após a oração sacerdotal, prosseguiu seu caminho, descendo do vale de Cedrom, muito estreito na parte entre os muros de Jerusalém e o sopé do monte das Oliveiras. Jesus passa por uma ponte sobre o leito de um pequeno rio, e adentra o olival no jardim do Getsêmani.
O mestre ordena a seus discípulos que se assentassem e aguardassem por ele, que iria mais adiante para orar. Jesus chama seus discípulos mais íntimos e leais, Pedro, Tiago e João. Eles são testemunhas da agonia que o Mestre passou no jardim do Getsêmani.
Um lindo ensinamento de que, assim como nós, Jesus, em sua humanidade, precisava de amigos, naquele momento tão difícil.
Quão amargos foram aqueles momentos para Jesus no Getsêmani! Uma indescritível tristeza invade seu coração. A expectativa do sofrimento que o aguardava, ele sabia de todo castigo físico e moral a que seria submetido.
E o Mestre revela aos seus amigos a dor que se passava em seu coração:
"Então lhes disse: A minha alma está cheia de tristeza até a morte; ficai aqui, e velai comigo." Mateus 26:38
Jesus em um grande esforço, separa-se dos seus discípulos e vai para mais adiante, no Getsêmani, afim de abrir seu coração com mais liberdade, diante do Pai. A natureza humana do Mestre estava tão profundamente angustiada que ele se deixa cair de joelhos com o seu rosto prostado em terra.
Uma atitude de submissão, adoração e desolação. Ele rogou ao Pai que se possível, afastasse dele aquela hora tão terrível!
"E, indo um pouco mais para diante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres." Mateus 26:39
Nisso um mistério é revelado. Se houvesse uma outra forma para resgatar o ser humano, se houvesse um outro meio para que os pecados dos homens fossem perdoados, Deus não submeteria o seu Filho a tamanho sofrimento.
Se castigos auto-impostos aos homens, se reencarnações seguidas, se rituais com sangue de animais, se algum tipo de obra meritória, jejuns, se longas orações ou qualquer outra coisa pudesse apagar a mácula do pecado, resgatar e redimir o homem, Deus teria usado.
Era a mensagem que Jesus estava passando nesta oração. Mas não há nada que possa perdoar pecados, nada, a não ser o sangue de Jesus que foi derramado por sua morte no madeiro.
Jesus sabia que a redenção do mundo seria conquistada com os sofrimentos e morte do Messias. A consciência desse fato deu ao Mestre forças para seguir em frente.
Entretanto, o que estava diante dos olhos de Jesus, que o trazia tão grande angústia? Sem dúvida o seu sofrimento e a sua morte, sentimento natural da natureza humana do Mestre, pois ele era tão humano quanto nós somos.
Essa, porém não era a principal causa das angústias de Jesus. Como diz Tomáz de Aquino que, "se Cristo foi tão afligido, não foi somente porque ia perder a vida; foi também por causa dos pecados de todos os homens".
O peso gigantesco dos pecados de toda humanidade estava sobre seus ombros. Um homem comum teria sucumbido sob carga tão pesada.
"Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. " Isaías 53:5
Os Discípulos Dormem no Getsêmani
Jesus com a alma cheia de angústia, retorna ao Getsêmani, onde deixou seus três mais amados discípulos, para buscar consolo em seus amigos. Porém não encontrou este afeto, pois eles estavam dormindo.
"E, voltando para os seus discípulos, achou-os adormecidos; e disse a Pedro: Então nem uma hora pudeste velar comigo?" Mateus 26:40
Um pouco antes, Pedro havia dito que jamais abandonaria Jesus e até morreria por ele. Entretanto, não conseguiu ficar acordado para orar com Jesus quando ele mais precisava. Durante a última ceia de Páscoa no senáculo, todos estavam dispostos a dar a vida pelo Mestre. O que ocorreu com toda aquela coragem?
"Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca." Mateus 26:41
Os discípulos precisavam ficar acordados e orar pois em breve seriam provados duramente. O maior perigo naquele momento era abandonar e negar o Mestre. Por isso nescessitavam do poder sobrenatural da fé e da oração.
O Mestre, como não encontrou apoio humano, afasta-se de novo e busca auxílio na oração:
"E, indo segunda vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a tua vontade." Mateus 26:42
O cálice aqui representa a ira de Deus. Jesus como servo obediente, humilde, se entregou totalmente à vontade do Pai.
O Mestre volta mais uma vez, ao Getsêmani, e encontra seus discípulos dormindo. Sem despertá-los, Jesus volta à solidão e em agonia orava ainda mais intensamente.
Aparição do Anjo e o Suor de Sangue no Getsêmani
Sob intensa agonia e ansiedade, o duro combate se inicia na luta espiritual. Os batimentos cardíacos do Mestre se itensificam com rapidez e de tal maneira que seu suor produz grandes gotas de sangue, que lhe cobriu o corpo e correram até o chão.
"E, posto em agonia, orava mais intensamente. E o seu suor tornou-se em grandes gotas de sangue, que corriam até ao chão." Lucas 22:44
Jesus poderia desfalecer e morrer ali mesmo, no Getsêmani, porém o Pai sustentou seu filho e enviou um anjo que o confortava.
Assinar:
Comentários (Atom)

